Voltar para o blog

ARQUIVO FÍSICO: 6 CUSTOS QUE VOCÊ TEM AO MANTÊ-LO NA SUA EMPRESA!

Marcelo Araújo
Marcelo Araújo 13/03/2020
ARQUIVO FÍSICO: 6 CUSTOS QUE VOCÊ TEM AO MANTÊ-LO NA SUA EMPRESA!

Gestão

É um fato inevitável que toda empresa precisa preservar alguns documentos, não importando se são arquivos físicos ou digitais. As razões para isso são muitas, vão desde o atendimento a regulamentações fiscais, até demandas relacionadas à questão societária e de requisitos de conformidade para a análise de negócios. Manter essas informações em um arquivo físico pode ser uma operação mais dispendiosa que se imagina. Neste artigo, você poderá entender melhor o custo de alguns tipos de arquivos físicos e conhecer quais são as práticas mais modernas para a preservação de dados empresariais. Continue conosco!

Por que manter um arquivo físico é algo ultrapassado?

Uma prática ainda bastante comum entre as empresas de pequeno, grande ou médio porte é a manutenção de documentos em arquivos físicos, gerenciados pela própria empresa. Sempre começa com um pequeno armário que ocupa certo espaço em uma das salas e termina com um grande problema em virtude do volume e da classificação das informações contidas nos documentos. Quando se percebe, há profissionais contratados para trabalhar especificamente com isso e a instituição até paga o aluguel de espaços comerciais apenas para guardar os documentos. Pode até ser que esses arquivos não venham a ser consultados novamente, mas devem permanecer guardados por motivo de segurança. Contudo, esse tipo de ação está em desuso, pois traz consigo diversas dificuldades. Além da questão dos altos custos dedicados aos locais de armazenagem, há problemas de organização do arquivo, visto que os documentos precisam ser mantidos por prazos de acordo com seu tipo. Há também questões relativas à segurança dessas informações, que ficam sujeitas a roubos e perdas por ação do tempo e desastres como inundações e incêndios.

Quais são os custos envolvidos?

Os gastos com espaço físico são, provavelmente, os mais representativos nesse caso. Não apenas pelo valor da despesa, mas também por ser algo visual. Afinal, é notável que os arquivos dominam uma grande área da empresa. Entretanto, além desse, há outros custos representativos, veja!

1. Custo operacional

Quando um arquivo físico fica muito grande, é inevitável que a empresa precise contar com colaboradores que dediquem a maior parte — ou mesmo todo — de seu tempo na gestão dessas informações. Arquivar documentos não é simplesmente colocá-los em um local qualquer sem critério. É necessário classificar e acessar essas informações por vários motivos e, sendo assim, não se pode fazer isso sem um mínimo de avaliação e processo. Com isso, há as despesas associadas aos salários e demais gastos com os funcionários que estiverem executando essas tarefas.

2. Morosidade interna

Um custo que muitas vezes não é percebido pelas empresas, mas que é muito representativo, é o da perda de tempo. Quando uma informação que está em um arquivo físico se faz necessária, pode ser que haja uma demora excessiva para que consiga acessá-la, podendo até comprometer o andamento de projetos e a tomada de decisão pelos gestores do negócio.

3. Necessidade de uma grande quantidade de espaço físico

Para guardar os documentos físicos é necessário colocá-los em pastas, que por muitas vezes são armazenadas em armários ou arquivos específicos. No início, apenas um armário é suficiente para arquivar os papéis, mas com o passar do tempo, o número de documentos cresce. Assim, para manter um padrão de organização, é necessário designar uma sala para a estocagem documental. Conforme o espaço onde os documentos estão alocados fica menor, o processo de guarda desses arquivos se torna mais complexo. Nesse instante, é preciso considerar outra técnica de gestão documental para que o armazenamento possa ser realizado de maneira mais simples e sem ter a necessidade de reservar locais físicos para isso.

4. Baixa acessibilidade aos documentos se comparados com a nuvem

Quando os documentos físicos da empresa são organizados por funcionários ou pelos próprios donos do negócio, é muito comum ocorrer uma desordem com as caixas e os papéis. No fim de tudo, ainda existe a possibilidade de que os dados procurados não sejam mais encontrados. Ao armazenar os documentos em nuvem, sistema que também é conhecido como GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos), todos os arquivos estarão separados por pastas e subpastas, podendo ainda estar divididos por setor. Dessa forma, quem precisar de alguma informação poderá ir diretamente na pasta específica do assunto e, com apenas alguns cliques, será possível encontrar o que deseja. Nesse sistema, todos os arquivos são armazenados e organizados de forma online, o que facilita tanto o controle como a recuperação das informações. Sem contar que assim também será mais fácil monitorar o acesso dos colaboradores a cada documento e nenhum prazo de renovação de contratos será perdido.

5. Maior risco de perder ou danificar os documentos

Os documentos empresariais contábeis, trabalhistas, previdenciários, fiscais, financeiros e, até mesmo, os de encargos diversos têm os prazos para o armazenamento estipulados por lei. Mantendo os arquivos físicos em sua empresa, existe um enorme risco de perder e, consequentemente, danificar tais documentos. Por outro lado, se cada um dos documentos que antes estavam impressos forem armazenados em pendrives, HDs externos ou computadores, ainda existe o risco de serem perdidos. Já o arquivamento em nuvem, com a tecnologia cloud computing, é um dos métodos mais indicados, pois os documentos permanecerão intactos e dificilmente serão excluídos por terceiros.

6. Perdas

O custo associado às perdas pode ser imensurável. Se não houver registro de uma informação que existia apenas em meio físico e que foi perdida, por exemplo, por ter sido corroída por uma praga ou por motivo de força maior, a empresa pode enfrentar grandes problemas. Além de questões relacionadas ao atendimento de legislações governamentais, que podem resultar em multas e penalidades, pode ser também que negócios relevantes deixem de ser fechados porque a companhia não conseguiu acessar determinados dados. Atualmente, existem alternativas para a guarda e gestão documental de tipos de arquivos físicos e digitais. A terceirização desse processo pode ser realizada nomeando um fornecedor que faça a guarda dos arquivos físicos e a digitalização das informações para uso no dia a dia. É uma opção com excelente custo-benefício, que resolve a questão da utilização do espaço demandado por um arquivo físico, ao mesmo tempo que aumenta a segurança e facilita o acesso. A eBox Digital é uma empresa especializada em digitalizar diversos tipos de arquivos físicos e armazená-los em nuvem, tecnologia que traz grandes benefícios para as empresas. Por meio de qualquer aparelho que esteja conectado à internet será possível acessar as plataformas e os usuários poderão estar em qualquer lugar do mundo, o que torna o acesso às informações muito mais fácil. Agora que você já sabe um pouco mais sobre quais são os custos de manter um arquivo físico em sua empresa, que tal entrar em contato conosco? Podemos ajudar com toda a organização, indexação e digitalização de acervos físicos!

Gostou? Inscreva-se e receba novidades!

Marcelo Araújo
Escrito por

Marcelo Araújo

Responsável pelo time de vendas e marketing da eBox. Mais de 25 anos de experiência na área comercial com foco em vendas de produtos de tecnologia e serviços.

Confira outros artigos

Sustentabilidade em tempos digitais: como exercitar?

Tendências

Sustentabilidade em tempos digitais: como exercitar?
Leia mais
Entenda a importância da transformação digital em tempos de crise

Transformação Digital

Entenda a importância da transformação digital em tempos de crise
Leia mais